A construção civil tem sido nos últimos anos uma das alavancas para o crescimento sustentável de nosso país, enquanto isso, assistimos, perplexos, a crise americana que foi desencadeada pela fragilidade do sistema imobiliário americano que até hoje, os americanos, como boa parte do mundo ainda sofrem para colocar nos trilhos a sua economia.
O Brasil que começou financiar a casa própria, usando no passado o BNH, fez mudanças neste sistema e utiliza atualmente, com muito sucesso, a Caixa Econômica Federal como ferramenta prepulsora da construção civil, a qual atende com facilidade e bastante transparência os empréstimos para realizar o sonho da casa própria. Vem a cada ano comtemplando milhões de brasileiros, não esquecendo que desde 2006, quando teve o início o crescimento sustentável do mercado imobiliário, até hoje, a construção civil contabiliza crescimento na marca de 233%.
Cresce acentuandamente as empresas de pré-moldados e construtoras com empreendimentos residenciais, como apartamentos e condomínios fechados e por isso o setor sofre devido a ausência da mão-de-obra especializada, o que já é sentida em toda a cadeia produtiva - a carência de profissionais, desde o engenheiro civil ao servente.
O cimento é um produto que se destaca como parâmetro para medir o crescimento da construção civil em nível mundial, e segundo a revista especializada “International Cement Revenew” aponta para um recorde no consumo em 2012. Lembro que o maior consumidor mundial de cimento é a China, em segundo a Índia, e em terceiro, os Estados Unidos, o Brasil divide o quinto lugar com vários países.
Em Santa Quitéria, o crescimento do setor imobiliário acompanha a tendência registrada nos grandes centros urbanos. Apartir do ano 2003 teve-se o início dos loteamentos da nossa urbe, com destaque para o Loteamento Wagner Andrade, Loteamento Conviver Santa Quitéria e Loteamento Manduca Penteado; todos localizados nas principais entradas da cidade, contribuindo para a expansão dos referidos bairros.
Os terrenos estão com uma valorização recorde na área urbana, em alguns bairros já se fala no preço do palmo (22 cm) de R$ 800,00 a R$ 1.000,00. Em relação a oferta de mão-de-obra, temos carência de profissionais como, pedreiro, eletricista, bombeiro-hidráulico e pintores. Neste aspecto estamos mais uma vez, em consonância com os grandes centros.
Fonte:SQN
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